Direto de Brasília

A BANDALHA CONTINUA MAS ESTOU ME INCLUÍNDO FORA DELA. FINALMENTE, FÉRIAS!

Meus caros leitores, estou finalizando o meu ano de atividades jornalísticas. Vou para um pequeno retiro, recompor energias e me preparar para 2018, que promete. Ano eleitoral. Tivemos um ano difícil, de turbulências e acontecimentos graves para o Brasil. Que já estava financeira e economicamente combalido e foi degradando no seu aspecto ético e moral. Bandidos flagrantemente em conluio com autoridades. Exemplo típico, os Irmãos Batista, nunca dantes neste país se viu algo semelhante. Muito menos a constatação de que uma empresa, das gigantes do Brasil, criar um departamento de Propina só para atender aos corruptos do país, uma vergonha. E as lambanças que envolveram as mais altas autoridades. Bate boca no Supremo Tribunal Federal, quem poderia imaginar que excelências da mais alta Corte do país pudessem proporcionar baixarias, com acusações graves. E a bandalha continua com a tentativa de cooptação para a votação de propostas que deveriam ser do país e não para um “presidente chamar de suas”. Não é desperdício ver tantos graúdos envolvidos com mal feitos. Serve para depuração. Se depuração vier. Constata-se a movimentação para burlar a lei. Peixes miúdos não fariam isso. Por isso a limpeza é necessária. Não se gasta chumbo em chimango, diz o ditado do sul. Pois os miseráveis, o degredados, os esquecidos, merecem melhor sorte. E não a preocupação com ladrões contumazes queixando-se das condições carcerárias. Um ícone foi parar atrás das grades, Paulo Maluf. Certamente a espera do cappo di tutti capi, Lula da Silva. Espera-se que o 24 de janeiro chegue logo. É a aspiração de milhares, cansados de tanto impunidade. Um ano em que corrupção foi palavra mais pronunciada. Que ela permaneça enquanto a limpeza não a faça sair das manchetes. É tanta coisa que nos espera que até o presente cheira à passado. Ulisses Guimarães alertava: se achávamos este Congresso ruim, que aguardássemos o próximo.  Pois é isto que gostaria que fosse contrariado. Não tenho nenhuma expectativa quanto ao ano que está chegando. Mas o desânimo não me abaterá. Retiro-me momentaneamente mas volto. Que todos tenham um ano promissor, de bem-aventuranças, progresso, saúde, tolerância e amor. São desejos, que espero que se concretizem. 15 dias passam rápido. Até lá. Feliz Ano Novo. Direto de Brasília, José Woitechumas. 

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